Darlan Souza
Camaradas! O ano de 2025 já acabou e agora é a hora de soltar, de largar o que não serve mais e focar no que realmente importa na sua carreira, no seu trabalho e na sua vida pessoal e profissional. Abra mão de distrações, saia de grupos que não agregam, abandone projetos que te drenam e tenha a coragem de dizer “não” – ou melhor, “não mais isso”. Eu já fiz isso dezenas de vezes e pretendo continuar fazendo: me reinventando, buscando o que faz sentido e o que me faz sentir vivo e útil. Porque o mais importante não é dizer sim para tudo, mas saber dizer não para o que não te leva a lugar nenhum. “Não quero atender isso, não farei mais isso e vou seguir por aqui.”
Mudar não é perder, é se reinventar – e pode ser até dentro da mesma profissão ou atividade. Ninguém te impede de melhorar, basta realmente querer. Você quer mesmo?
Veja, sinceramente eu não sei nada e nem quero saber das notícias, fofocas do outros (e da família) e futilidades de pseudocelebridades que saíram nos portais e jornais do Brasil nos últimos meses. Uso e usei meu tempo para ampliar meu conhecimento em várias subáreas, atender mais e melhor. Uso e continuo usando para estudar outro idioma, mergulhar em atividades, trabalhos e processos que pretendo atuar, e de quebra, melhorar minha fluência e meus atendimentos.
Lembre-se:
• Se quer correr bem, deve correr.
• Se quer ganhar melhor, deve melhorar seu trabalho, fazer muito melhor do que faz hoje.
• Se quer f**ar forte, com mais massa magra, deve fazer força.
• Se quer emagrecer, deve regular as emoções e reduzir o consumo calórico.
• Se quer ser mais feliz, alegre e entusiasmado, se afaste de notícias, grupos e pessoas enjoadas e negativas que não querem evoluir de jeito nenhum.
• Se quer ganhar mais tempo, se livre de distrações e conversas sem fundamento.
E quando alguém me procura, ou vou atender algo pontual, eu sempre pergunto: de 0 a 10, o quanto você quer melhorar e ter resultados? Pense nisso.
O que você de dedica hoje e o que vai soltar hoje para voar mais alto ano que vem?
10/24/2025
Sabemos que internet há muito delírio. Antes diziam que tudo lesionava, agora ganhou força a discussão sobre a chamada “economia de corrida”. Porém, poucos de fato compreendem o conceito em profundidade. O simples ato de correr, realizado com volume adequado, progressão correta e intervalos bem planejados entre sessões, já promove adaptações signif**ativas que impactam diretamente a economia do gesto motor de quem está ganhando experiência na atividade. Não se trata apenas de copiar protocolos de elite ou de aplicar exercícios sofisticados sem necessidade.
Reintero: mimetizar treinos da elite para corredores de rua recreacionais. O atleta de elite vive em outra realidade - é jovem, tem genética diversa, rotina, recuperação e experiência na atividade. Já o corredor recreacional comum como eu e você, possui limitações próprias e objetivos distintos. Confundir essas realidades dentro de um mesmo grupo de corrida gera frustrações e, muitas vezes, lesões.
Hoje sobrou um tempo e fiz meu treino de corrida. Foi perfeito? Não! É melhor que já fiz? Não! Foi o melhor que eu pude fazer no dia de HOJE? Sim. Foi desafiador? SIM! E fico feliz de poder ter feito (mais tarde farei a musculação!), afinal isso é o que importa na minha atual rotina de estudos e trabalhos.
Muitos na internet tentam vender a ideia de que todos podemos alcançar a chamada “corrida perfeita”, como se fosse possível nos transformarmos no Peter Perfeito dos desenhos animados da Corrida Maluca. Mas a realidade é outra: cada corredor tem sua individualidade, seu jeito de correr e suas limitações. Basta observar jogadores de futebol em campo — nenhum deles corre igual, e isso não os impede de serem atletas de altíssimo nível.
Como já disse : “querem transformar uma sessão de treino em uma sessão de fisioterapia”, esquecendo que treino é treino, fisioterapia é fisioterapia. Pior ainda, é quando “muitos por aí querendo ensinar os outros, são uns virgens que ouviram falar sobre o Ka*****ra (nem leram), e já querem ensinar s**o aos outros” metáfora é dura, mas real: existe uma superficialidade perigosa na forma como o treinamento é transmitido, criando mais ruído do que conhecimento.
10/23/2025
Reestruturação
Depois que o relacionamento está sólido e existe uma confiança plena, é hora de ajustar padrões — físicos, mentais e comportamentais.
É o momento de quebrar velhos hábitos e substituí-los por novos.
Envolve:
•corrigir mais os movimentos e as atitudes;
•reorganizar a rotina de treinos, descanso, alimentação e pensamentos;
•mudar a mentalidade: de “eu não consigo” ou “eu me sabotei denovo” para “eu estou me aperfeiçoando, estou melhorando”.
Exemplo prático: o treinador ajusta a técnica de agachamento, melhora e corrige a postura, introduz o controle de carga e ensina o sujeito sobre a percepção subjetiva do esforço em cada repetição.
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