Geosphera

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23/11/2012

No próximo domingo iremos passear por Lisboa com a atividade "Lisboa, cidade de miradouros". Percorreremos ruas mais conhecidas e outras menos conhecidas, mas estaremos sempre atentos às esquinas por onde espreita o Tejo. Conhece todos os miradouros de Lisboa com vista para o rio? Mesmo que sim, venha daí para um passeio com a família. Já sabe, as inscrições estão abertas até às 16h de hoje, para efeitos de seguro.

Poderá agendar quaisquer das nossas atividades (campo ou cidade; 1 ou + dias) em qualquer dia, para grupos superiores a 5 elementos. Inscreva-se para qualquer atividade da Geosphera e receba grátis Vales de Desconto na loja Bivaque, Evasão e Aventura. Pode também adquirir os Vales de Oferta Geosphera "Experiências Memoráveis" com preços especiais para quem já é cliente.

(+351) 966.127.626 | www.geosphera.pt | [email protected]

Geosphera Empresa registada no Turismo de Portugal I.P com o número 155/2011

Photos 12/11/2012

O primeiro "bolotário" da Geosphera. No fim de semana estivemos na apanha de bolotas de Quercus Faginea. Já em casa, escolhemos as que não tinham buracos de insectos e fizemos o teste do alguidar de água: as que flutuam não estão em condições. No fim, colocámos as bolotas em recipientes com terra e regámos. Agora, é ter paciência e esperar que a mãe Natureza faça o seu trabalho.

Estas são as que a Geosphera ficou responsável.

29/10/2012

in Público
Arqueologia
Aldeia do período neolítico descoberta no Fundão
25.10.2012 - 16:30 Por Marisa Soares

Foram encontrados vários moinhos manuais, usados para moer cereais (Foto: DR)
Um povoado pré-histórico, que se estima ter cerca de sete mil anos, foi descoberto por acaso na freguesia do Telhado, no Fundão, distrito de Castelo Branco. Os arqueólogos encontraram vários machados de pedra polida, objectos de cerâmica e moinhos manuais de cereais do período neolítico, quando surgiram as primeiras aldeias.

Ainda não se sabe como viviam os habitantes, quantos eram, de que tamanho e de que material eram feitas as casas ou como se organizavam. Os materiais descobertos à superfície dão apenas indícios: “Encontrámos um número inusitado de objectos para este tipo de estações, mas é preciso um estudo mais aprofundado para ter pormenores”, diz João Rosa, director do Museu Arqueológico Municipal José Monteiro.

A povoação está localizada na zona de Souto do Senhor e Casal de Santa Maria, no Freixial. Foi descoberta em Maio, quando se realizava uma escavação preventiva num sítio arqueológico romano, perto de uma igreja que ia ser alvo de obras de requalificação. “Foi acidental”, diz João Rosa.

Os objectos encontrados são característicos do neolítico, período em que o homem passou de caçador-recolector a sedentário e inventou actividades como a agricultura, a pastorícia ou a olaria, o que lhe permitiu fixar-se e constituir pequenos núcleos urbanos. “Apenas escavações mais profundas poderão datar o povoado, mas estimamos que seja de há sete mil anos”, explica o director do museu.

A mais antiga da Beira Interior
Entre os objectos recolhidos está “um número considerável” de moinhos manuais, constituídos por duas pedras – uma fixa, com uma parte redonda onde é depositado o cereal, e outra pedra móvel, que servia para moer o cereal através de fricção, até obter farinha.

A confirmar-se a existência de uma aldeia neolítica no subsolo será a mais antiga da Beira Interior, segundo João Rosa. “Conhecem-se vários assentamentos e antas. Mas uma unidade habitacional desta natureza não se conhece”, afirma o responsável, sublinhando que a descoberta pode revelar a história desta região do país num período ainda pouco estudado.

Os materiais encontrados durante as prospecções vão integrar a exposição denominada “Assim se vivia na Beira Interior durante o Neolítico”, que será inaugurada na quarta-feira, às 18h, no museu do concelho. A exposição inclui a reconstituição de uma aldeia daquele período.

Apesar de reconhecer a importância do achado, João Rosa lembra que as escavações arqueológicas que permitirão saber mais sobre o povoado envolvem custos. “Se houvesse uma universidade ou uma equipa de arqueólogos que quisesse estudar este povoado, aceitaríamos”, diz o responsável.

O presidente da Câmara do Fundão, Paulo Fernandes, garante que a autarquia está "disponível para apoiar a continuação da investigação", para a qual pretende procurar também apoios comunitários ou parcerias. O objectivo da câmara é transformar o local num campo arqueológico, recriando algumas das estruturas que ali existiam, com elementos interpretativos.

"Interessa-nos criar um centro interpretativo a céu aberto, para que os visitantes possam percepcionar o que eram as vivências naquela aldeia. Queremos valorizar o espaço", sublinha.

Notícia actualizada às 10h10 de 26 de Outubro: Acrescenta declarações do presidente da Câmara do Fundão

Portugal - Terra 22/10/2012

http://vimeo.com/42018953

Portugal - Terra (OUVIR COM VOLUME NO MÁXIMO) (HEAR WITH MAXED VOLUME) - English description below. Alguns momentos que as nossas lentes têm fotografado no decorrer do último…

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