Dra Magda Roma
Dr. Colin Campbell em Saúde baseada nas plantas, pós graduada em Saúde e Envelhecimento, em curso pós graduação Terapia ortomolecular e nutrição funcional e expansão de nutrição funcional, analises clinicas e jejum intermitente. Dediquei os últimos anos à pesquisa bibliográfica na área da nutrição em oncologia e referenciam-me na area da oncologia, doenças auto-imunes, doenças do foro gastrointest
06/04/2026
Dito por si:
Refaz me este texto com português de portugal correto e coloca o ainda mais entusiasmante Este é a típica mensagem dos meus pacientes que acompanho que apresentam problemas intestinais à anos suficientes para já terem desistido. Muitos deles entregues a laxantes altamente agressivos que podem aliviar a obstipação mas as consequências da sua utilização são tão assustadoras como qualquer filme de terror. Contudo as pessoas continuam a utiliza-los como sos do desespero. O que proponho é ouvir o corpo e dar-lhe exactamente o que ele precisa. Não sabe o que é? Nao consegue ouvi-lo? Então saberá que há alguém que poderá ajudar mas aviso desde já que tem que aceitar Mudar, caso contrário o rumo será o mesmo Não abdicar de alimentos ou comportamentos que mantêm o seu problema é sempre uma decisão sua, mas, seja qual for o quadro estarei por aqui.
Dito pelo ChatGPT:
Aqui tens uma versão em português de Portugal, mais correta e com um tom mais entusiasmante e envolvente:
Esta é a mensagem típica dos meus pacientes — pessoas que acompanho e que vivem com problemas intestinais há tantos anos que já chegaram a desistir.
Muitos deles acabam por recorrer a laxantes altamente agressivos. É verdade que podem aliviar a obstipação… mas as consequências do seu uso são tão assustadoras quanto um verdadeiro filme de terror.
Ainda assim, continuam a utilizá-los como um SOS de desespero.
Mas e se houvesse outra forma?
E se, em vez disso, aprendesse a ouvir o seu corpo… e a dar-lhe exatamente aquilo de que ele precisa?
Não sabe como fazê-lo? Sente que já nem consegue perceber os sinais do seu próprio corpo?
Então saiba isto: há quem o possa ajudar.
Mas deixo já um aviso importante — é preciso estar disposta/o a mudar. Sem mudança, o resultado será sempre o mesmo.
Continuar a manter alimentos e comportamentos que alimentam o problema é uma escolha sua.
Mas, qualquer que seja o seu destino… eu estarei aqui para a/o acompanhar.
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