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03/07/2026

Portugal | Mercado de Trabalho

Emprego volta a ganhar ímpeto no decorrer do ano

01 de julho 2026

A estimativa provisória para o emprego aponta para um aumento de 2.8% homólogo em maio, o que representa uma aceleração face ao crescimento médio dos quatro meses anteriores (de 2.4%).

A taxa de desemprego passou de 5.7% em abril para 5.5% em maio.

O desemprego registado nos centros de emprego mantém a trajetória descendente em maio.

Estes dados parecem apontar para uma surpresa positiva no 2T.
fonte:bpi

19/06/2026

Mercados Financeiros | Reserva Federal

A Fed de Warsh mantém juros, endurece enviesamento e reduz orientação futura

18 de junho 2026

Sem surpresas, a Reserva Federal manteve a taxa dos fed funds no intervalo de 3,50%-3,75% pela terceira reunião consecutiva, numa decisão que desta vez foi unânime.

Na primeira reunião com Kevin Warsh como presidente, o comunicado foi substancialmente mais curto e com uma linguagem menos técnica e mais direta do que os anteriores. Além disso, foi eliminada a orientação futura sobre as taxas de juro.

O comunicado de junho sublinhou que a inflação continua elevada face ao objetivo de 2% e reforçou o compromisso com a estabilidade de preços.

Do lado da atividade económica, a avaliação foi mais positiva, destacando um mercado de trabalho equilibrado e ganhos de produtividade.

As novas projeções macroeconómicas apontam para um choque inflacionista persistente.

A mediana do dot plot deslocou-se para cima, embora Warsh não tenha apresentado projeções.

Warsh anunciou uma revisão das práticas de comunicação.

A mensagem final é dupla: mais hawkish perante a inflação e menos inclinada a orientar o mercado sobre a evolução futura das taxas de juro.
Fonte:bpi

05/06/2026

Observatório Bancos Centrais: BCE

BCE: melhor prevenir do que curar

5 de junho 2026

Com alta probabilidade, o BCE irá aumentar as taxas em 25 p.b. (depo a 2,25%; isto é sugerido por praticamente todas as declarações recentes do BCE e os mercados estão a descontá-lo com uma probabilidade superior a 95%). Este será o primeiro passo desde que a depo foi reduzida para 2,00% em junho de 2025 e concluiu o ciclo monetário em torno da crise inflacionista da Ucrânia.

O aumento das taxas é uma medida preventiva desencadeada pelo conflito no Médio Oriente. O BCE não pode contrariar o efeito direto que os preços mais elevados da energia têm na inflação, mas quer evitar que o impacto se espalhe para os restantes preços do cabaz do consumidor (efeitos indiretos e de segunda ordem).

No nosso cenário base, com efeitos diretos de inflação relevantes (mas não severos) e uma propagação limitada (esperamos que a inflação na Zona Euro seja ligeiramente superior a 3% em 2026 e que diminua gradualmente em 2027), e com um impacto moderado na atividade económica, o BCE deverá ser capaz de enfrentar a situação com um aperto controlado da política monetária.
fonte:bpi

02/06/2026

EP | O detalhe relativo ao PIB no 1T 2026 confirmou que a atividade estagnou em cadeia, crescendo 2,3% em termos homólogos

O aumento das tensões geopolíticas e uma eventual correção abrupta do preço dos ativos nos mercados financeiros agravaram os riscos para a estabilidade financeira.

O indicador de clima económico aumentou em maio.

EI | Os indicadores de sentimento apontam para um 2T quase estagnado, com pressões inflacionistas em alta na Zona Euro

O choque energético coloca o foco do crescimento dos EUA no consumo privado.

MF | Os progressos nas negociações de tréguas entre o Irão e os EUA marcam o ritmo do mercado

O BCE está a avançar para uma subida de taxas.
fonte:bpi

29/05/2026

Portugal | Inflação

Inflação em maio estabiliza acima dos 3%

29 de maio 2026

A taxa de variação homóloga do IPC estimada pelo INE para maio é de 3,3% (igual a abril de 2026).

A variação mensal foi 0,3% (1,4% em abril de 2026; 0,3% em maio de 2025).

A taxa de inflação média anual fixou-se em 2,5% em maio (2,4% em abril).
fonte:bpi

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