DirectedByFrank
Eu e o decidimos sair do armário. Salvo seja.
Há coisa de 3 anos, decidimos juntar-nos e dedicar-nos àquilo que nos enche as medidas: ouvir pessoas e contar as suas histórias. Organicamente, as coisas foram acontecendo, um documentário atrás do outro. 3 anos depois, foram mais de 20 (!)
A certa altura, achámos que era importante dar-lhe um nome, oficializar a coisa. E é assim que nasce a TBOS :: Two Birds One Shot, que se dedica, quase exclusivamente, à produção de conteúdo documental. Porquê o documental? É uma boa pergunta para responder mais à frente, mas as tendências falam por si, é um formato que tem ganho muita popularidade nos últimos anos, não só no seu formato "longa". Já não é um conteúdo digno de televisões e serviços de streaming, mas também uma poderosa ferramenta para as marcas se conectarem com o seu público, em todas as derivações a que o mundo digital nos obriga. Só não filmamos na vertical, (ainda) não temos um olho no meio da testa, como diria o Ricardo. Mas acima de tudo, é sobre uma coisa essencial: deixar legado.
De resto, não só gostamos muito de o fazer, como achamos que é cada vez mais relevante fazê-lo. Real people, real content. É aí que está a chave da empatia.
Algumas das coisas bonitas que temos andado a fazer estão disponíveis no nosso humilde site, em www.tbos.pt e agora também neste showreel editado pelo nosso companheiro de luta,
De resto, é seguir caminho a ouvir pessoas.
A volta a passar, hoje à noite, o nosso documentário Triunfo do Saber, após A Travessia, do e da . Comentava há umas semanas, com o Fernando, que sentia que estas séries de ficção, de cariz histórico, deviam sempre ser acompanhadas de documentários, a fim de complementar aquilo que, inevitavelmente, f**a por dizer numa série com episódios limitados. Fico feliz de ver que alguém pensou nisso. Afinal, serviço público é isto mesmo: entreter e educar!
25/10/2024
Luca & Manila
04/10/2023
O rosto da memória de Tentúgal. Há umas semanas, estávamos nós documentar o incrível universo feminino da pastelaria de Tentúgal, quando a , como boa anfitriã que é, nos levou a conhecer alguns marcos da terra. Numa das nossas paragens (onde, reza a lenda, jaz o túmulo de Pedro Nunes), aparece a Dona Amélia, no alto dos seus 85 anos, que f**a à conversa connosco. No final, pedi-lhe para lhe tirar uma fotografia. Ela acedeu. Ficou o registo para a posteridade. O documental tem isso de bonito: a partilha. A necessidade de deixar registada a memória, da nossa parte, e a vontade (e à vontade) de a partilhar, das pessoas que vamos encontrando de Norte a Sul do País. E nós seguimos documentando.
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