Revolve

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Eventos: Mucho Flow, Vai-m'à Banda, Agora Aqui, Indiesciplinas, Soirée, Cinema & Concertos no CAAA, Flow de Mayo, entre outros. Edições Revolve incluem: Toulouse, Filho da Mãe e Ricardo Martins, Marco Franco, Joana Guerra, Pontiak, PAPAYA, Black Leg, Sun Blossoms, EGBO, LAmA, The Electronics, Dada Garbeck, Bruxas/Cobras, Chinaskee, Evols, Tó Trips e Chão Maior.

Photos from Revolve's post 09/05/2026

Há 17 anos começávamos isto. Parabéns a nós!

Para celebrar conseguimos desenterrar estas fotografias de White Hills + Black Bombaim no Momentus, Guimarães a 9 de Maio de 2009. Reconhecem alguém?

Photos from Revolve's post 08/04/2026

Parabéns pelo prémio melhor artista solo .radiodeautor! 🌹

O disco de estreia “Dói-Dói Proibido”, uma edição Revolve, está disponível em todas as plataformas digitais, e em CD no nosso bandcamp.

Fotografias e video [1-2] [3] [4]

Photos from Revolve's post 27/03/2026

Vida Salgada de editado em CD pela primeira vez, numa parceria Revolve/Maternidade. Disponível a preço de lançamento no bandcamp.

Hoje celebramos os 10 Anos de Vida Salgada no - venham cantar connosco.

Photos from Revolve's post 18/02/2026

Raso - Transeunte [RVLV71] disponível em cassete no bandcamp!

Raso é um colectivo artístico desenhado da raiz da flor da pele, arquitetado por Carlos A. Correia (Outra Voz, Ensemble Libecciu) na poesia vocal e dramatúrgica. Constituído por Ricardo Martins (Pop Dell’Arte, PAPAYA, Fumo Ninja) na eletrónica e pintura polirrítmica, dimensão sono-escultórica de Jonathan Uliel Saldanha (HHY & The Macumbas), os “soundscapes” distorcidos de Pedro Ribeiro e a profanação em forma de luz de Diogo Mendes. A completar o colectivo, juntam-se ainda os realizadores Pedro Bastos, Cláudia Ribeiro e a designer de moda Susana Bettencourt.

Transeunte, edifica-se a partir da deriva do indivíduo por um espaço transgénico, simultaneamente urbano, industrial e rural; simultaneamente local e global. Partindo de um tratamento dramatúrgico, é composto por artifícios de universos ambience, distorções abstratas desses mesmos ambientes, cruzamentos de instrumentos virtuais e analógicos.

Em Fevereiro de 2026 é editado pela Revolve em formato cassete e digital.
Ao vivo é apresentado na forma de performance audiovisual, com Carlos A. Correia, Ricardo Martins e Diogo Mendes em cena.

Carlos A. Correia - Poesia Vocal & Dramaturgia
Ricardo Martins - Electrónica & Pintura Polirrítimica
Jonathan Uliel Saldanha - Dimensão Sono-Escultórica
Pedro Ribeiro - Soundscapes distorcidos
Mistura - Hugo Valverde
Gravado nos estúdios Alfaiate por Rolando Ferreira

Design .pt
Fotografia Claudia Ribeiro

17/10/2025

Está cá fora o Dói-Dói Proibido de Femme Falafel (sigam o link na bio)

Dói-Dói Proibido é o primeiro álbum de estúdio de Femme Falafel, 10 canções que após uma longa espera em lume brando, decidiram sair para o mundo.

Neste trabalho, a dor é negada com fantasia e humor. Cada faixa encontra no absurdo e na ironia de véu transparente, um antídoto possível para os males de espírito e o marasmo existencial.

Produção: Luís Montenegro e Femme Falafel (exceto faixa 2, produzida por Pedro Ferreiras e Femme Falafel; e faixa 8, produzida por Femme Falafel)

Mistura: Hugo Valverde (exceto faixa 2, misturada por Pedro Ferreiras; e faixa 8, misturada por Eduardo Vinhas)

Masterização: Pedro Joaquim Borges

RVLV72

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