Viagens psicologicas

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06/12/2016

A outra parte de mim......

06/12/2016

BEIJO À SABOR DE LÁGRIMAS

S**o nas águas do Lúrio
Dia lindo! Árvores farfalhavam exibindo flores coloridas numa doce primaveira e os pássaros assaltavam gotas de orvalho em pétalas e sépalas de diferentes espécies de plantas. Um rio vivo e activo duma nascente proporcionava um ambiente turístico ao transformar-se em cascatas e cataratas entre os rochedos das montanhas da aldeia comunal. O som das águas era o silêncio que provocava emoções amorosas nos corações dos casais de namorados que ali namoriscavam. Um raio de sol espreitou pela janela do quarto de Cremilda e erritou-lhe os olhos ao focar-lhe repentinamente enquanto se virava na cama.
- Ja amanheceu! – Gritou Romão batendo a porta do quarto da catorzinha.
Apesar do sono convidar o cançasso das pestanas, Cremilda não feichou os olhos. Na sala, Laura e outros elementos da família Mualucano encontravam-se reunidos em volta da mesa deliciando-se de conversas e do apetitoso mata-bicho que Noémia preparara.
- Vou ao rio lavar – disse Cremilda saindo do quarto com um molho de roupas sujas embrulhadas numa capulana velha e rasgada.
- Tens primeiro que matabichar – sugerio Laura enquanto segurava um copo de água na mão.
- Não tenho fome...
Pelo caminho, cantando adolescência aos passos curtos, uma voz masculina a deixou admirada ao pronunciar o seu nome:
- Cremildinhaaaa... Responda fofa!
- Não tenho tempo para brincadeiras!
- Sou eu Tomé, teu pretendente principal!
- Hãaa! Tomé, os meus olhos apenas vêem voce, para outros estão cegos!
Uma das principais estratégias da Cremilda para se encontrar com Tomé era a invenção da lavagem de roupas ao rio. Sempre que fosse ao rio tomava banho com Tomé como Adão e Eva antes de serem expulsos do paraíso pelo supremo senhor.
Ao chegarem ao rio, Cremilda escolheu uma pedra grande e começou a lavar as roupas enquanto por trás dela, Tomé apreciava as suas bundinhas.
- Tú não nasceste, caíste do céu!
- Tomé, não exagera. Eu sou como qualquer mulher!
- Se fosses como qualquer mulher não terias ancas de viola, seios de pêcego e cabelos de ouro!
- Não me deixe emocionada!
- Não, eu é que fiquei emocionado antes de te conhecer! Dentro do útero da minha mãe eu já pronunciava o nome “Cremilda” mas a minha voz apenas terminava nas paredes do útero.
Cremilda emocionadamente, deixou cair um pingo de lágrimas sobre as roupas. Estava sexualmente excitada com as palavras do rapaz.
- Tomé, vamos tomar um banho!
Lá foram os dois peladinhos tomando banho naquele rio saboroso e límpido. Alí aconteceu acontecimento. União de corpos. Carne com carne. Aconteceu simplesmente: movimentos de vai-e-vem numa copulação duradoura. Se não transpiraram é porque a água do rio caía sobre os seus corpos enquanto acontecia acontecimento. Gaivotas e outros pássaros coloridos aplaudiam aquele momento romântico e assobiavam entre ramos de árvores. Apôs a fadiga provocada pelo trabalho sexualmente árduo, os dois pombinhos puseram-se de repouso numa sombra proporcionada por uma árvore frondosa e com dimensões consideráveis. Tomé, que era um folgazão, não parava de afagar a sua princesa que cada vez mais f**ava cheia de ânimo.
Por outra, vigorava na família Mualucano a tradição de casamento. Os pais é que determinavam noivos para as filhas. Cremilda deveria casar com Felisberto, filho de um mineiro de grande patência. Como casar com ele enquanto seu coração borbulhava noutro? Eis a questão. Toda a gente da aldeia tinha conhecimento de que Cremildinha ja estava comprometida mesmo antes de nascer, no tempo em que Felisberto tinha os seus oito anos de existência. Se dependesse de Felisberto, Cremildinha teria sido desvirginada no útero da mãe (a tesão dele pela miudinha era igual ao quadrado da sede sentida num deserto).
No rio, enquanto a roupa que Cremilda lavou secava ao sol, beijos sucessivos rolavam entre o casal e os minutos iam voando a uma velocidade de vento. Mais uma tesão provocada no rapaz que convidou a raparia para água:
- Vamos outra vez ao rio Cremilda!
O acontecimento que aconteceu anteriormente desta vez foi mais duradouro. Os jovens exibiam posições se***is tiradas das revistas eróticas e filmes pornográficos que estavam guardadas nas suas mentes. Aquilo era mesmo uma demonstração de ka*****ra aos diferentes elementos do meio ambiente que ali se encontravam. O som das águas ao cair nas cascatas parecia excitar ainda mais o rapaz que cada vez mais aumentava a potência vai-e-vem da cópula.
- hooo, hãããã,... – gozaram os dois ao mesmo tempo em coro e f**aram novamente com fadiga.

Continua............... até capítulo 17.

Milton Mucopothi in "Beijo à sabor de lágrimas" - Novela.

18/09/2016

A NATUREZA ESTA A FAVOR

A tanto tempo sem te ter por perto
Mi sinto só e estou tao certo
Que nao sou o unico a morrer de saudades suas
Voce tmbm passa o mesmo,sentindo saudades minhas

E de tanta pena a natureza mexeu os pauzinhos
Fez sumir os passarinhos
Trazendo esse frio de congelar
Tudo isso para que eu e voce,estejamos juntinhos...
So vai curtir quem estiver com saudades de alguem
optima tarde de domingo

12/04/2016

queria aconselhar a todos colegas deste grupo a registar os seus textos legalmente para não sofrerem represarias com os preguiçosos mentais...

02/07/2014

TU ES A MINHA LUZ

O ditado nao mentiu," quando tudo parece perdido a sempre uma luz ao fundo do tunel
No principio era tudo a sabor de mel
Pensando ate,en troca de anel
De maos dadas num lindo carocel

Tudo tem inicio e fim
Amei tanto que por pouco perdi
O poema era tudo para mim
Mas infelizmente tinha chagado ao fim

Preso fui pelo silencio descrito na mente
Pelas palavras que a caneta transmite
Mudo fui pela voz ausente da moralidade
Nao queria mais,escrever cantigas na normalidade

Ate que voce viu,essa pagina da internet
E toda a forca que sempre necessitei
E o meu ego voltou a ser presente
Se ate hoje eu escrevo,gracas a voce que deu-me a forca que sempre precisei

OBRIGADO___ Klaudia Pereira K

07/11/2012

Bem, hoje que estou só e posso ver
Bem, hoje que estou só e posso ver
Com o poder de ver do coração

Quanto não sou, quanto não posso ser,
Quanto se o for, serei em vão,
Hoje, vou confessar, quero sentir-me
Definitivamente ser ninguém,

E de mim mesmo, altivo, demitir-me
Por não ter procedido bem.
Falhei a tudo, mas sem galhardias,
Nada fui, nada ousei e nada fiz,

Nem colhi nas urtigas dos meus dias
A flor de parecer feliz.
Mas f**a sempre, porque o pobre é rico
Em qualquer cousa, se procurar bem,

A grande indiferença com que fico.
Escrevo-o para o lembrar bem.

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