Sempre novidades
08/06/2026
A FAMÍLIA SEGUE PARA O FUNERAL, SEM PISTAS DE QUEM FOI O MOTORISTA QUE ATROPELOU O AGENTE GUIMARÃES SITOE EM PLENO SERVIÇO NA EN4/EN2
Enquanto familiares, colegas e amigos preparam a última despedida do agente da Polícia da República de Moçambique (PRM), Guimarães Sitoe, persistem as incertezas em torno do atropelamento que lhe tirou a vida quando se encontrava em serviço na EN4/EN2.
O agente foi mortalmente colhido por uma viatura cujas circunstâncias do acidente continuam por esclarecer. Até ao momento, não são conhecidas informações oficiais sobre a identidade do condutor envolvido, nem sobre a eventual localização da viatura que terá abandonado o local após o embate.
O caso tem gerado consternação entre membros da corporação e da sociedade, que exigem o rápido esclarecimento dos factos e a responsabilização dos envolvidos. Nas redes sociais multiplicam-se as mensagens de solidariedade à família enlutada e de reconhecimento pelo serviço prestado pelo agente.
Enquanto decorrem diligências para apurar as circunstâncias do sucedido, a família enfrenta agora a dor da perda e prepara-se para prestar a última homenagem a um homem que perdeu a vida no cumprimento do dever.
A expectativa recai sobre as autoridades responsáveis pela investigação, que deverão determinar as causas do acidente e identificar o motorista envolvido neste trágico episódio.
06/06/2026
MORREU JORNALISTA JOSÉ SIXPENCE
Morreu hoje, subitamente, o jornalista José Sixpence, Assessor de Imprensa do Primeiro-ministro. Presume-se que tenha sofrido um Acidente Vascular Cerebral (AVC).
Formado na Escola de Jornalismo e no Instituto Superior de Relações Internacionais, José Sixpence fez carreira na Redacção do Jornal domingo, onde ingressou em 1994 como repórter estagiário.
Fruto de notável profissionalismo, muita entrega e dedicação, destacou-se na cobertura de assuntos políticos no país e no estrangeiro, tendo atingido o estatuto de Editor de secção.
Em 2015, Sixpence passou a exercer as funções de Assessor de Impensa do Primeiro-Ministro. Trabalhou sucessivamente com Carlos Agostinho do Rosário, Adriano Maleiane e Maria Benvinda Levi.
“Six”, como era tratado pelos mais chegados, deixa viúva e filhos.
À família enlutada, os jornalistas e colaboradores da Sociedade do Notícias endereçam sentimentos de profundo pesar e condolências.
06/06/2026
A quem servem as instituições de justiça?
Por : Dávio David
Como pode num Estado de Direito Democrático, cidadãos optarem, não poucas vezes, por fazer justiça pelas próprias mãos?
A resposta é só uma, inércia e corrupção das instituições da nossa justiça que deveriam ser o garante da legalidade, por excelência.
Há tribunais que são manipulados pelo poder político, aliás, me parece imoral e perigoso quando o poder político tem a prerrogativa de aprovar o salário de juízes e magistrados do Ministério Público. Em bom rigor, os políticos não deviam mexer no salário de juízes, magistrados , médicos e outras classes que têm Estatuto.
Mais ridículo ainda é o dispositivo legal que concede ao PR, o direito de nomear e demitir juízes, seja do Concelho Constitucional, Supremo, Tribunal da Primeira (Distrito) Segunda estância (Província), Tribunal Administrativo, Procurador Geral da República, etc, etc.
Os problemas começam aqui! Quando a Constituição da República prevê separação de poderes, mas na realidade, no fim do dia, os 4 poderes (legislativo, Judicial, executivo e imprensa), dormem todos na mesma cama.
Quem sofre nessa Babilônia toda é o Zé povinho, que por um lado é ensinado a recorrer e crer nas instituições da justiça, e por outro, é o próprio Estado que através das mesmas instituições de administração da Justiça, priva e viola direitos fundamentais dos cidadãos.
A título de exemplo, o Estado garante através da Constituição da República, que cidadãos em situação financeira precária e que queiram demandar justiça nos tribunais judiciais em todos níveis possam requerer uma isenção fiscal para o pagamento de custas judiciais (imposto dos tribunais) mediante a apresentação de um Atestado de Pobreza, mas o mesmo Estado, volta cobrar outros impostos, cerca de 600 ou 700 meticais para tratar o mesmo atestado de Pobreza ( é preçiso Declaração do Bairro, Imposto Pessoal Autárquico e o próprio Certificado de Pobreza). Quer dizer, o "pobre" que pede para não pagar imposto no tribunal deve pagar imposto no bairro para declarar que é pobre? Só pode ser feitiço!
Enquanto o país andar a copiar modelos de ordenamento jurídico de Portugal, ou da Europa no geral, o Z
Clique aqui para solicitar o seu anúncio patrocinado.
Entre em contato com a figura pública
Telefone
Endereço
Maputo