Nara Couto

Nara Couto

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11/06/2026

de quando eu fiz todo mundo pegar 6 horas de viagem, entrar em um barco com ondas bem agitadas, atravessar uma estrada de 4x4 pulando sem parar pra fazer uma única foto nas piscinas naturais de moreré porque só o mar de lá prestava 🌊💙🫣😂

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Figurino:
Cabelo e maquiagem:
Cabelo ( obriagda! )

10/06/2026

Quero te lembrar de algo que talvez você precise ouvir hoje: você tem o direito de f**ar triste.

Tem o direito de se recolher por um momento, de sentir a dor, de reconhecer suas dificuldades e respeitar seus próprios processos.
Mas não faça da tristeza uma morada permanente.
A vida continua seguindo seu curso, os dias passam, os ciclos mudam e o tempo não espera que estejamos prontos para seguir. Em algum momento, precisamos reunir nossas forças e dar mais um passo.

Acredito que nascemos para ser resilientes. Não porque somos obrigados a ser fortes o tempo todo, mas porque existe dentro de nós uma capacidade extraordinária de recomeçar, aprender e nos reinventar diante dos desafios.

Tenho vivido essa reflexão durante minha jornada no curso de Eerindilogun com a Iya Ifasola mais do que aprender sobre as ferramentas e os conhecimentos necessários para
compreender esse portal ancestral, tenho recebido ensinamentos (como esses) valiosos sobre a sabedoria da vida. Cada aula amplia minha visão, fortalece meu entendimento e me mostra que o conhecimento verdadeiro não transforma apenas a mente, mas também a forma como encaramos nossa própria caminhada.

Sentir é humano, permanecer caído não é destino.

13/05/2026

“ Existem ausências que fazem parte da experiência humana” 🌊💙

Vamos nos curar de dentro pra fora?

Photos from Nara Couto's post 10/05/2026

Existe um Odu que fala sobre as grandes Mães como forças que sustentam a vida mesmo quando ninguém percebe.

E acho bonito pensar nisso porque a ancestralidade feminina muitas vezes funciona assim: silenciosa, invisível, mas profundamente presente.

Nem sempre é fácil reconhecer e valorizar nossas ancestrais. Às vezes porque não conhecemos suas histórias, às vezes porque herdamos dores, silêncios e ausências que atravessaram gerações.

Muitas dessas mulheres viveram mais para sobreviver do que para serem lembradas. Ainda assim, foram elas que mantiveram a vida em movimento.

Quando penso no culto às ancestrais, não penso apenas em ritual. Penso também em memória, em respeito e em consciência. Em perceber que existe força em nós porque muitas mulheres vieram antes, resistiram, cuidaram, protegeram e abriram caminhos mesmo sem reconhecimento.

E por mais difícil que esse processo possa ser, reconhecer a ancestralidade feminina é algo profundamente fortalecedor.

Porque muda a forma como nos vemos.

Faz entender que não começamos do zero, que carregamos dentro de nós experiências, sabedorias e forças muito antigas.
Honrar as Grandes Mães também acontece nas pequenas coisas: quando uma mulher decide se curar, quando rompe ciclos de dor, quando aprende a se valorizar e sustenta sua própria voz. Cada escolha consciente fortalece não só quem veio antes, mas também quem ainda virá depois.

talvez seja isso que as ancestrais nos ensinam: ninguém caminha sozinho. Existe sempre uma memória de força nos sustentando, mesmo quando ainda estamos aprendendo a reconhecê-la.

Uma homenagem a elas a nós 🍃

1 foto: minha avós dona GILDETE e Dona Lindaura
2 foto dona Lindaura ( eu sou a cara dela 😅)
3 foto Mainha Vera Verônica
4 foto Eu, quando tudo era mato 😌

30/04/2026

Que alegria comemorar o dia Internacional da dança dançando!✨

é o lugar que me forjou como artista, a dança é o meu profundo.

Obrigada pela aula pró ! 26 anos aprendendo com a senhora!🥹💙

Viva a dança!

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