IMS Rio

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O Instituto Moreira Salles é uma entidade civil sem fins lucrativos que tem por finalidade exclusiva a promoção e o desenvolvimento de programas culturais. Mais informações: www.ims.com.br

Com importantes patrimônios em quatro áreas: Fotografia, em mais larga escala, Música, Literatura e Iconografia, o IMS notabiliza-se também por promover exposições de artes plásticas de artistas brasileiros e e

19/12/2025

A agenda e o calendário IMS 2026 já estão à venda!

As imagens escolhidas para os dois itens integram a série 'Nightvision – Mapa do Éden', desenvolvida pelo fotógrafo Luiz Braga a partir de 2006, durante o período de transição da fotografia analógica para a digital.

Inicialmente, Luiz Braga passou a investigar as funcionalidades da fotografia noturna de sua câmera em contextos de baixa iluminação. Posteriormente, expandiu esse uso para situações à luz do dia. Como resultado, obteve imagens em tons prata-esverdeados, que ampliam sua pesquisa cromática e marcam a construção de uma nova poética visual. Dessa experimentação emerge uma visualidade fantástica sobre a região retratada, na qual a ficção das cores abre espaço para a inventividade narrativa, recusando estereótipos historicamente associados ao território.

Agenda IMS 2026
Design: Marcela Souza
Formato: 16 x 12 cm
R$55,00

Calendário IMS 2026
Design: Marcela Souza
Formato: 11 x 18 cm
R$35,00

Veja mais: lojadoims.com.br

#2026

17/12/2025

🖼 EXPOSIÇÃO: 'Luiz Braga - Arquipélago imaginário', no Paço Imperial!

A exposição faz uma leitura ensaística do arquivo do fotógrafo paraense Luiz Braga (Belém, PA, 1956), percorrendo 50 anos de carreira através de 258 fotografias – 190 delas inéditas.

Sem caráter retrospectivo, com núcleos permeáveis entre si, ela evidencia a intimidade, o ordinário e o gesto de “espiar” como metodologias poéticas de Braga que, a partir do Marajó, sistematiza uma prática assídua no seu trabalho, focada na escuta e na oralidade, interessada nas histórias das pessoas e dos saberes populares, que passam a ser protagonistas.

A curadoria é de Bitu Cassundé.

Luiz Braga (1956) nasceu, vive e trabalha em Belém do Pará. Começou a carreira em 1975, fotografando em preto e branco, e na década de 1980 descobriu as cores vibrantes da visualidade ribeirinha. Desde então retrata o cotidiano desse universo, sempre evitando os estereótipos. Com humanismo e naturalidade, suas fotografias mostram uma relação próxima com as pessoas e os ambientes retratados, utilizando técnicas em preto e branco, infravermelho e cores. Atualmente desenvolve um ensaio de longa duração na Ilha de Marajó, no Pará.

▶️ Luiz Braga - Arquipélago imaginário

📅 Quando
De 9/12/2025 a 1/3/2026

📍 Onde
Paço Imperial
Praça XV de Novembro, 48 - Centro (Rio de Janeiro/RJ)

⌚️ Horários
De terça à domingo, das 12h às 18h.

🎫 Ingresso
Entrada gratuita

🧏 Acessibilidade
O espaço expositivo conta com recursos de acessibilidade.

🔗 Veja mais: https://ims.com.br/exposicao/luiz-braga-arquipelago-imaginario/

📹 Vídeo de Laura Liuzzi

Photos from IMS Rio's post 02/12/2025

🖼 EXPOSIÇÃO: 'Luiz Braga - Arquipélago imaginário', no Paço Imperial!

A exposição faz uma leitura ensaística do arquivo do fotógrafo paraense Luiz Braga (Belém, PA, 1956), percorrendo 50 anos de carreira através de 258 fotografias – 190 delas inéditas.

Sem caráter retrospectivo, com núcleos permeáveis entre si, ela evidencia a intimidade, o ordinário e o gesto de “espiar” como metodologias poéticas de Braga que, a partir do Marajó, sistematiza uma prática assídua no seu trabalho, focada na escuta e na oralidade, interessada nas histórias das pessoas e dos saberes populares, que passam a ser protagonistas.

A curadoria é de Bitu Cassundé ().

Luiz Braga (1956) nasceu, vive e trabalha em Belém do Pará. Começou a carreira em 1975, fotografando em preto e branco, e na década de 1980 descobriu as cores vibrantes da visualidade ribeirinha. Desde então retrata o cotidiano desse universo, sempre evitando os estereótipos. Com humanismo e naturalidade, suas fotografias mostram uma relação próxima com as pessoas e os ambientes retratados, utilizando técnicas em preto e branco, infravermelho e cores. Atualmente desenvolve um ensaio de longa duração na Ilha de Marajó, no Pará.

▶️ Luiz Braga - Arquipélago imaginário

📅 Quando
De 9/12/2025 a 1/3/2026

📍 Onde
Paço Imperial
Praça XV de Novembro, 48 - Centro (Rio de Janeiro/RJ)

⌚️ Horários
De terça à domingo, das 12h às 18h.

🎫 Ingresso
Entrada gratuita

🧏 Acessibilidade
O espaço expositivo conta com recursos de acessibilidade.

🔗 Veja mais: https://ims.com.br/exposicao/luiz-braga-arquipelago-imaginario/

📸 Interior casa Gerlane, Movimento II, 2024. Foto de Luiz Braga.

20/11/2025

Mais do que qualquer outra manifestação artística em nosso país, a Música Brasileira deve à matriz africana sua existência, originalidade e sobrevivência.

O Acervo de Música do IMS guarda arquivos de pessoas negras artistas que brilharam como compositoras, cantoras, instrumentistas ou arranjadoras, tais como Chiquinha Gonzaga, Pixinguinha, Elizeth Cardoso e Baden Powell. São partituras, gravações, fotografias, impressos, recortes de jornais e muitos outros itens que documentam não só as suas próprias carreiras, mas também as de profissionais da música que atuaram com elas.

Mas é no acervo fonográfico que vamos encontrar um tesouro sonoro que precisa ser ouvido e celebrado todos os dias do ano. São registros que remontam ao início do século XX, às vezes revelando repertório e modos de tocar ainda do século XIX, e se estendem por todas as décadas seguintes, até os dias de hoje.

Entre outubro de 2023 e abril de 2024, esteve em cartaz, no IMS Paulista, a exposição 'Pequenas Áfricas: o Rio que o samba inventou', título inspirado em Heitor dos Prazeres, que chamou de “uma ‘África em miniatura’ a comunidade afrodescendente que, instalada à margem do Rio de Janeiro branco e europeizado, produziu uma das mais decisivas revoluções estéticas do século XX”.

A trilha musical garimpada para a exposição selecionou 94 sambas gravados entre 1904 e 2022, sete deles anteriores a 'Pelo telefone'. São registros que privilegiam o samba como construção coletiva, realizada com maestria e criatividade por pessoas instrumentistas e cantoras identificadas com as matrizes que geraram – e continuam gerando – tantas maravilhas.

Aproveitando o Novembro Negro, o IMS relembra esse repertório, esperando que ele seja mais conhecido e divulgado, e que também estimule novos mergulhos, pois há muitos possíveis.

Veja mais: https://ims.com.br/por-dentro-acervo/94-sambas-em-homenagem-ao-novembro-negro/

Photos from IMS Rio's post 17/11/2025

Resultado do 8º concurso de ensaísmo serrote!

A antropóloga e artista Ava Cruz, o poeta e tradutor Tom Nóbrega Silva e a jornalista Carolina Marcondes são as ganhadoras da oitava edição do Concurso de Ensaísmo serrote, promovido pela revista de ensaios do Instituto Moreira Salles. Seus ensaios serão publicados na serrote #51, que chega às livrarias este mês.

O júri foi composto pelo antropólogo e jornalista Fábio Zuker, a escritora, pesquisadora e editora Fernanda Sousa, a historiadora Ynaê Lopes dos Santos e os editores da serrote, Paulo Roberto Pires e Guilherme Freitas.

Nascida em Minas Gerais, Ava Cruz (1998) é doutoranda tr****ti em antropologia social na Universidade de São Paulo (USP), onde pesquisa as intersecções entre gênero, sexualidade e religiões afro-brasileiras. Premiado em primeiro lugar no concurso, o ensaio “Ritual para um arquivo tr****ti” reconstitui a trajetória de Thais Diniz, e de toda uma comunidade trans dos anos 1980, a partir de uma série de fotografias antigas e escassos registros documentais.

Em segundo lugar ficou o ensaio “Telefone sem fio”, de Tom Nóbrega Silva (1984), que parte da brincadeira infantil para refletir sobre sua experiência como deficiente auditivo e a relação humana com sons e vozes. Bacharel em filosofia pela USP, navega por zonas híbridas entre arte e teoria, e se define como “um tanto cyborg”.

No ensaio “Com amor, Isilda”, terceiro colocado no concurso, a paulista Carolina Marcondes (1981) revisita os diários de sua tia, vítima de feminicídio quando o termo não existia, e mostra como o assassinato é a culminância de violências simbólicas e concretas do cotidiano. Marcondes é jornalista e redatora desde 1999.

Além dos prêmios principais, o júri decidiu conceder menções honrosas a dois ensaios, que serão publicados na serrote #52: “Rotas de fuga!”, de Fernanda Lima da Silva, e “Máquinas de fazer máquinas”, de Mayane Batista.

Photos from IMS Rio's post 22/10/2025

💻 EVENTO ONLINE: Participe da roda conversa 'Demarcação, Tecnologias e outros processos de poder e retomada', com Jennyffer Tupinambá, Jaci Guarani e mediação de Paula Guajajara!

A demarcação é um importante mecanismo para a retomada, manutenção e ampliação dos territórios indígenas no Brasil. A conversa tem como objetivo discutir os meios utilizados para garantir esse direito e como a tecnologia pode ser uma ferramenta aliada ou inimiga no caminho desta conquista.

Os convidados irão compartilhar histórias e práticas que têm colaborado para enfrentar esse cenário desafiador.

A conversa ocorre no contexto da exposição 'Paiter Suruí, Gente de Verdade', em cartaz no IMS Paulista, e aproxima diálogos entre instituições culturais, sociedade e território.

📅 Quando
Dia 30/10, quinta, 19h

🎫 Como participar
Encontro online e gratuito

📍 Onde
Transmissão via YouTube: youtube.com/imoreirasalles

🧏 Acessibilidade
Evento ao vivo com interpretação e tradução em Libras.

🔗 Mais informações: https://ims.com.br/eventos/demarcacao-tecnologias-e-outros-processos-de-poder-e-retomada-novembro-2025/

🖼 Imagem: Pamadeli Suruí, Aldeia Lapetanha, c.1984. Além de ser um dedicado agente Indígena de Saúde (AIS), Pamadeli era apaixonado por fotografia. Seu olhar atento capturava a vida na aldeia, desde os momentos mais simples até os mais significativos. Seus registros, que documentam a rotina, as celebrações e as pessoas da nossa comunidade, formam hoje um acervo fotográfico de inestimável valor, um dos maiores do povo Paiter Suruí. Foto de Miguel Suruí. Acervo Pamadeli Suruí.

: Esse post possui texto alternativo.

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