FOREEIA

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Histórico da criação do FOREEIA

O Fórum de Educação Escolar e Saúde Indígena do Amazonas (FOREEIA) foi lançado oficialmente no dia 30 de abril de 2014, após um ano de discussão e construção da ideia, por 180 professores e lideranças indígenas, representando os 3.100 professores indígenas do Estado do Amazonas. Seu lançamento ocorreu por ocasião das comemorações de 25 anos de mobilização e luta do

17/04/2026

No mês de abril, em que os povos indígenas marcam suas mobilizações em todo o país, bradando que “nosso futuro não está à venda”, o GE Educação e Povos Indígenas e a ANPEd Nacional, se juntam e, em parceria com o Fórum Nacional de Educação Escolar Indígena (FNEEI), o Instituto Plurinacional de Pesquisadores/as Indígenas (INPPEI) e outros movimentos indígenas, debatem suas pautas e reapresentam suas demandas. A live “Educação Escolar e Resistência Indígena no Brasil” evidencia a voz de importantes educadores, pesquisadores e intelectuais dos povos Tukano, Baniwa e Kaingang, que se somam à luta de todos os povos para dizer que a educação escolar indígena no Brasil também é resistência.

No mês de abril, em que os povos indígenas marcam suas mobilizações em todo o país, bradando que “nosso futuro não está à venda”, o GE Educação e Povos Indígenas e a ANPEd Nacional, se juntam e, em parceria com o Fórum Nacional de Educação Escolar Indígena (FNEEI), o Instituto Plurinacional de Pesquisadores/as Indígenas (INPPEI) e outros movimentos indígenas, debatem suas pautas e reapresentam suas demandas. A live “Educação Escolar e Resistência Indígena no Brasil” evidencia a voz de importantes educadores, pesquisadores e intelectuais dos povos Tukano, Baniwa e Kaingang, que se somam à luta de todos os povos para dizer que a educação escolar indígena no Brasil também é resistência.

Photos from Boi Garantido's post 28/11/2025

. VITÓRIA DOS POVOS INDÍGENAS!🐮♥️

Na manhã desta quinta-feira (27), em Brasília, o Governo Federal lançou a primeira Universidade Federal Indígena do Brasil. A ocasião contou com a presença de lideranças, professores e representantes do movimento estudantil indígena de todo o país, e representou um avanço histórico de consolidação de políticas públicas voltadas para os povos indígenas.

Estiveram presentes Izabel Munduruku, membro da Comissão de Artes, e as professoras Alva Rosa Tukano e Marlene Kulina, importantes vozes da educação indígena no Brasil, e que também estiveram conosco na segunda noite do Festival de Parintins 2025, quando o Boi Garantido ressoou a educação indígena como um processo de afirmação da democracia e garantia de direitos.

A criação da primeira universidade federal indígena do Brasil trata-se de um ato histórico, e o Boi do Povão celebra este avanço reafirmando a importância da autonomia, da pluralidade e da presença de vozes indígenas em todos os espaços, incluindo os espaços acadêmicos.

A universidade também é território indígena!

Diga aos professores e estudantes indígenas que avancem!

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