LeFucoh

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Apesar da identidade Le FUCOH - Filosofias Urbanas Concertos para Ouvido Hipersensíveis - ter sido difundida em junho de 2011, o processo de formação do grupo tem data de fundação em 14 de Março de 2005, quando era chamada ART.1, processo que emerge de uma oficina de percussão no projeto Hip Hop formando jovens conscientes. Criado pelo artista e educador Paulo Azevedo, o coletivo utiliza e experimenta uma fusão de linguagens que transitam entre a música, a poesia e a performance.

21/06/2024

● Exatamente 4 anos depois do volume 1, a poesia volta forte aos ouvidos, à pele, amadurecida, olimpicamente maratonada. Vem aí o "Manual de Escutatórias", vol. 2, com o coletivo Le FUCOH e arteiros convidados.

● Por enquanto é só a passagem da tocha aqui na sua tela, a estreia está marcada para o dia 24 de junho às 21h, em plena fogueira junina para nos aquecer neste cobertor de palavras. Agora é só aguardar a poesia subir ao podium.

O design mais que especial é de

le FUCOH volta em cena e subverte o contexto com experimentação estetica para incentivar outras redes de produção, interação e mediação. Trata-se de "Manual de Escutatórias" - dia 24 de junho às 21h, aqui no @cia.gente você terá acesso ao resultado do Podcast de 45min. 
RELEASE:
Três arteiros se revezam na cena para compor outras experiências estéticas. É assim que os performers Max Medeiros, PAz e Jenifer Felipe se entreolham (pelos ouvidos, mas também na emergência em ativar outros sentidos) com o devido distanciamento. Nesse caso, não se trata apenas de um "distanciamento social" como tem sido a prática cotidiana a partir da Covid-19; mas, e, sobretudo, um distanciamento para poder escutar o outro. E é aí que essa lógica se subverte em sua função primária: ao ter o devido distanciamento, escutamos o 'perto' do outro que nos fala sem gerar quaisquer  interrupções; escuta-se na plenitude que a mesma e outro merecem. A dinâmica, ao mesmo tempo em que furta o termo "escutatória" da obra de Rubens Alves; parece se aproximar lado a lado com traços de "O banquete" de Platão, quando se prevalece uma "escuta sobre os afetos". Fazendo uso cada orador de um poema enviado aos demais (por meio de grupo de Whatsapp), a ágora (agora) depõe uma conversação que se dá pelo 'ouvir' e depois o 'falar' - um envia o poema, outros dois comentam como se relacionaram com o texto e, assim segue o rodízio até completar as três rodadas; ao fim cada um tece uma espécie de 'tréplica' ressaltando como recebeu as devidas críticas e ou como isso somara ou não ao seu processo em rever (diga-se reescutar) sua própria obra. Burbura-se por aí que Max poderia ser Ágaton; Paulo o próprio Aristófanes  e Jeniffer, essencialmente, Sócrates ao declamar o amor mais uma vez na ausência e o desejo presentificado naquilo que lhe escapa - o que os unem nessa mesa digital de compartilhamentos de áudios é o "Eros": manifestando-se e se refazendo; já o termo "manual" é uma provocação a, justamente, não se compor receitas sobre as relações; apenas possibilidades vivenciadas e  transformadas no tempo e no espaço de cada ser humano e seu habitat.

Produção: @filipeitagiba 
#manualdeescutatorias #lefucoh 23/06/2020

Um boa dica para amanhã, 4a feira. A partir das 21h no canal da Cia Gente .gente (Instagram), teremos o Podcast "Manual de Escutatórias" com o Coletivo Le FUCOH.

Saiba mais, acho que vão gostar da ideia:
https://www.instagram.com/p/CBg8Y7zpsr8/?igshid=vvkixj8xqtth

le FUCOH volta em cena e subverte o contexto com experimentação estetica para incentivar outras redes de produção, interação e mediação. Trata-se de "Manual de Escutatórias" - dia 24 de junho às 21h, aqui no @cia.gente você terá acesso ao resultado do Podcast de 45min. RELEASE: Três arteiros se revezam na cena para compor outras experiências estéticas. É assim que os performers Max Medeiros, PAz e Jenifer Felipe se entreolham (pelos ouvidos, mas também na emergência em ativar outros sentidos) com o devido distanciamento. Nesse caso, não se trata apenas de um "distanciamento social" como tem sido a prática cotidiana a partir da Covid-19; mas, e, sobretudo, um distanciamento para poder escutar o outro. E é aí que essa lógica se subverte em sua função primária: ao ter o devido distanciamento, escutamos o 'perto' do outro que nos fala sem gerar quaisquer interrupções; escuta-se na plenitude que a mesma e outro merecem. A dinâmica, ao mesmo tempo em que furta o termo "escutatória" da obra de Rubens Alves; parece se aproximar lado a lado com traços de "O banquete" de Platão, quando se prevalece uma "escuta sobre os afetos". Fazendo uso cada orador de um poema enviado aos demais (por meio de grupo de Whatsapp), a ágora (agora) depõe uma conversação que se dá pelo 'ouvir' e depois o 'falar' - um envia o poema, outros dois comentam como se relacionaram com o texto e, assim segue o rodízio até completar as três rodadas; ao fim cada um tece uma espécie de 'tréplica' ressaltando como recebeu as devidas críticas e ou como isso somara ou não ao seu processo em rever (diga-se reescutar) sua própria obra. Burbura-se por aí que Max poderia ser Ágaton; Paulo o próprio Aristófanes e Jeniffer, essencialmente, Sócrates ao declamar o amor mais uma vez na ausência e o desejo presentificado naquilo que lhe escapa - o que os unem nessa mesa digital de compartilhamentos de áudios é o "Eros": manifestando-se e se refazendo; já o termo "manual" é uma provocação a, justamente, não se compor receitas sobre as relações; apenas possibilidades vivenciadas e transformadas no tempo e no espaço de cada ser humano e seu habitat. Produção: @filipeitagiba #manualdeescutatorias #lefucoh

19/06/2020

O le FUCOH estava de férias prolongadas... agora traz pra vocês o Podcast "Manual de Escutatórias", no dia 24 de junho às 21h no Instagram .gente

Saiba mais sobre o Podcast:

_MANUAL DE ESCUTATÓRIAS
Podcast do Coletivo Le FUCOH traz o exercício da escuta como tema

Três arteiros se revezam na cena para compor outras experiências estéticas. É assim que os performers Max Medeiros, PAz e Jeniffer Felipe se entreolham (pelos ouvidos, mas também na emergência em ativar outros sentidos) com o devido distanciamento. Nesse caso, não se trata apenas de um "distanciamento social" como tem sido a prática cotidiana a partir da Covid-19; mas, e, sobretudo, um distanciamento para poder escutar o outro. E é aí que essa lógica se subverte em sua função primária: ao ter o devido distanciamento, escutamos o 'perto' do outro que nos fala sem gerar quaisquer interrupções; escuta-se na plenitude que a mesma e outro merecem.

A dinâmica, ao mesmo tempo em que furta o termo "escutatória" da obra de Rubens Alves; parece se aproximar lado a lado com traços de "O banquete" de Platão, quando se prevalece uma "escuta sobre os afetos". Fazendo uso cada orador de um poema enviado aos demais (por meio de grupo de Whatsapp), a ágora (agora) depõe uma conversação que se dá pelo 'ouvir' e depois o 'falar' - um envia o poema, outros dois comentam como se relacionaram com o texto e, assim segue o rodízio até completar as três rodadas; ao fim cada um tece uma espécie de 'tréplica' ressaltando como recebeu as devidas críticas e ou como isso somara ou não ao seu processo em rever (diga-se reescutar) sua própria obra. Burbura-se por aí que Max poderia ser Ágaton; Paulo o próprio Aristófanes e Jeniffer, essencialmente, Sócrates ao declamar o amor mais uma vez na ausência e o desejo presentificado naquilo que lhe escapa - o que os unem nessa mesa digital de compartilhamentos de áudios é o "Eros": manifestando-se e se refazendo; já o termo "manual" é uma provocação a, justamente, não se compor receitas sobre as relações; apenas possibilidades vivenciadas e transformadas no tempo e no espaço de cada ser humano e seu habitat.

Produzido por Filipe Itagiba e dirigido por Paulo Emílio Azevedo, o formato escolhido está condensado num "Podcast", com duração de 45minutos. O lançamento será no dia 24 de junho pelos canais da Cia Gente que assina a realização do registro.

Serviço:
Podcast "Manual de Escutatórias"
Coletivo Le FUCOH/Cia Gente
Data e hora: 24 de junho às 21h
Plataforma: .gente (Instagram)
Gratuito

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Endereço


Macaé, RJ