GX Contabilidade

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06/05/2026

Se você utilizou a declaração pré-preenchida do Imposto de Renda 2026 e caiu na malha fina, saiba que o erro pode não ser seu. A Receita Federal identificou que falhas em dados enviados por empresas, principalmente de pequeno e médio porte, causaram inconsistências em 10,6% das declarações.
A mudança ocorreu porque o Fisco deixou de usar a antiga Dirf e passou a coletar informações diretamente do eSocial e da EFD-Reinf. Essa transição técnica gerou erros em códigos de salários, férias e 13º salário, além de duplicidade em planos de saúde.
O superintendente do IR esclareceu que a Receita apenas replica o que recebe de terceiros. Portanto, se houver erro, a empresa precisa corrigir e reenviar os dados para que o sistema seja atualizado.
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Photos from GX Contabilidade's post 05/05/2026

🚨 A reforma tributária já começou, e ela vai impactar diretamente sua empresa. O sistema atual será substituído por um modelo mais simples, com dois tributos principais: CBS e IBS.

Mas aqui vai o ponto importante:

✅Simplificar não significa pagar menos
imposto.

Dependendo do seu segmento, sua carga tributária pode até aumentar. Empresas que se anteciparem vão sair na frente.

Quer entender como isso afeta o seu
negócio? Fala com a gente no direct.

28/04/2026

Onde está o seu foco? 💙

24/04/2026

O desafio da Reforma Tributária: sua empresa está preparada? 📊
A promessa é de simplificação com a chegada do IBS e da CBS, mas o caminho até lá exige atenção redobrada. Segundo pesquisa da NTT DATA, quase metade das empresas brasileiras ainda encontra dificuldades para se adaptar às novas regras.
O grande “nó” da questão? A transição. Nos próximos anos, os negócios terão que:
🔹 Operar em dobro: Conviver com o modelo atual e o novo simultaneamente.
🔹 Revisar processos: Ajustar desde o cálculo de impostos até as rotinas operacionais.
🔹 Repensar parcerias: Avaliar como a mudança impacta a relação com fornecedores.
A reforma não é apenas uma mudança de siglas; é uma transformação na gestão. O primeiro passo é o planejamento estratégico para não ser pego de surpresa.
Sua empresa já começou a desenhar essa transição ou o tema ainda parece um bicho de sete cabeças? Comenta aqui embaixo! 👇
TransiçãoTributaria Empreendedorismo

23/03/2026

🚨 Em 2026, a precisão na emissão de Notas Fiscais não é apenas uma questão de organização, mas de sobrevivência digital. Com a consolidação total do Padrão Nacional da NFS-e e o monitoramento em tempo real pela Receita Federal, erros simples de digitação ou classificação agora são detectados quase instantaneamente. O primeiro passo para evitar falhas é manter o cadastro de seus clientes e fornecedores rigorosamente atualizado, conferindo sempre o status do CNPJ no sistema integrador para evitar rejeições por irregularidades cadastrais.
Um dos erros mais comuns este ano continua sendo a escolha incorreta do Código de Tributação Nacional. Com as atualizações constantes nas alíquotas de ISS e as novas regras de retenção na fonte implementadas recentemente, é fundamental que você revise se o código de serviço selecionado condiz com a atividade executada. Uma classificação errada pode gerar bitributação ou, pior, uma notificação por recolhimento a menor, o que resulta em multas automáticas aplicadas pelo cruzamento de dados bancários e fiscais.
Além da classificação, a atenção aos prazos de cancelamento e correção é vital. Em 2026, os protocolos de segurança para a emissão de Cartas de Correção Eletrônica (CC-e) tornaram-se mais restritos, não permitindo alterações em variáveis que influenciam o valor do imposto ou a data de emissão. Se você percebeu um erro após o fechamento do período de apuração, o processo de estorno exige uma nota de entrada correspondente para anular a operação anterior, evitando que o faturamento apareça duplicado no seu balanço anual.
Por fim, a melhor estratégia para 2026 é a automação com inteligência fiscal. Utilizar sistemas que validam os dados antes do envio ao FISCO reduz drasticamente a margem de erro humano. Certifique-se de que seu software de gestão esteja sincronizado com as tabelas de incidência vigentes e nunca deixe a emissão para a última hora, prevenindo problemas com instabilidades nos servidores do governo. Estar em dia com a conformidade fiscal é o que garante a segurança do seu fluxo de caixa e a credibilidade da sua marca.

16/03/2026

A reforma tributária terá uma transição estimada em 7 anos, com aumento gradual da carga ao longo do período. O ano de 2026 será apenas o início desse processo, considerado pelo próprio governo como um período de adaptação e treinamento.

O setor de serviços merece atenção especial nesse cenário. Segundo o IBGE, ele é responsável por cerca de 60% dos empregos formais no Brasil e representa aproximadamente 68% do PIB nacional.

Antes da reforma, os serviços eram tributados principalmente pelo ISS, com alíquota máxima de 5%, além de P*S e COFINS, que somam 3,65%. Com a nova estrutura tributária, os serviços passarão a recolher o IBS, com alíquota estimada em torno de 18%, aproximando sua tributação à das mercadorias.

Na prática, isso pode representar mais que o dobro da carga tributária atual para muitas atividades do setor. Diante desse cenário, empresas precisarão revisar a formação de preços, contratos e estratégias para se adaptar às mudanças trazidas pela reforma.

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