Com formato inédito, FLUXORAMA, de Jô Bilac, estreia dia 31 de outubro no Oi Futuro
• Peça é composta por três solos que convergem para um único espetáculo, interpretado e dirigido por Inez Viana, Rita Clemente e Viniciús Arneiro
• Encenação é uma experiência inovadora, em que os três atores/diretores compartilham a cena, e cada um é dirigido pelo outro
• Projeto
tem patrocínio da Oi, Governo do Rio de Janeiro e Secretaria de Estado de Cultura, com apoio cultural do Oi Futuro
O Oi Futuro, o Governo do Rio de Janeiro, a Secretaria de Estado de Cultura e a Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro apresentam o espetáculo “Fluxorama”, idealizado por Jô Bilac e Viniciús Arneiro, em parceria com as diretoras/atrizes Inez Viana e Rita Clemente. A temporada segue até 15 de dezembro, de quinta-feira a domingo, para o público geral. Três histórias distintas, que convergem para um único espetáculo, compõem o “Fluxorama”. A encenação é uma experiência inovadora entre Viniciús Arneiro, Inez Viana e Rita Clemente, que compartilham a direção do espetáculo e a cena, cada um dirigido pelo outro. “Para nós é uma nova forma de se relacionar com a criação, pois gera uma troca constante e horizontal dos pensamentos”, destaca Viniciús, que dirige Inez e é dirigido por Rita. Há um ano Inez não atuava nos palcos. Seu trabalho mais recente foi na elogiada peça “A Mulher que Escreveu a Bíblia”. “O que me interessou no projeto foi a possibilidade de trocar com diretores que admiro há tanto tempo e a experiência de ser, ao mesmo tempo, dirigida pelo Viniciús e dirigir a Rita. Também por reencontrar os parceiros Jô, Diogo e Liliana” , ressalta Inez, que dirige Rita e é dirigida por Viniciús. Diogo Liberano é o codiretor e representa o quarto olhar, além dos três atores-diretores. “Ele nos acolhe de fora”, comenta Rita, que dirige Viniciús e é dirigida por Inez.
“O mais novo experimento cênico de Jô Bilac e Viniciús Arneiro reafirma a vocação do Oi Futuro de ser um espaço de produção do teatro contemporâneo, sempre abrindo espaço para pesquisa das linguagens cênicas”, diz Roberto Guimarães, Diretor de Cultura do Oi Futuro. No primeiro solo, com direção de Inez Viana, Amanda (Rita Clemente) percebe-se surda e mantém sigilo sobre o seu estado. Com o passar dos dias, ela vai perdendo outros sentidos vitais, dando uma nova dimensão a seu cotidiano. Com direção de Rita Clemente, no segundo solo, Luiz Guilherme (Viniciús Arneiro) encontra-se preso entre as ferragens, após um acidente de carro, e tenta manter-se consciente através de suas lembranças mais recentes. Viniciús Arneiro dirige o terceiro solo, que tem atuação de Inez Viana no papel de Valquíria, que realiza o desafio de correr na São Silvestre, num processo de catarse de uma mulher que busca vencer seus limites. Jô Bilac deu início a uma pesquisa sobre dramaturgia e performance em 2008. “Busquei uma forma pouco convencional, quase uma dramaturgia concreta. Três artistas subvertendo a ideia lógica de uma montagem, durante o processo de criação eles orquestram o que é estar dentro e fora ao mesmo tempo”, destaca o dramaturgo. O texto foi foco de análise em oficinas de dramaturgia ministradas por Jô em Recife, Petrolina, São Paulo, Acre, Florianópolis e Joinville, também em oficinas de leitura dramatizada ministradas por Viniciús Arneiro em Natal, João Pessoa e Campina Grande. Esses estudos geraram reflexões e leituras diversas, evidenciando o potencial comunicativo do texto. O cenário do espetáculo foi elaborado pelo Estúdio Radiográfico, assim como a identidade visual do projeto, conferindo coerência estilística e ao mesmo tempo, atribuindo às três histórias uma conexão estética. SOBRE OS ARTISTAS
VINICIÚS ARNEIRO – Diretor e ator, indicado ao Prêmio Shell RJ de Melhor Direção em 2008 pelo espetáculo "Cachorro!", texto de Jô Bilac, primeiro espetáculo do Teatro Independente, companhia da qual é fundador e diretor artístico. Em 2008, dirigiu, com Marcelo Valle, “Os Vermes”, espetáculo que integrou a mostra comemorativa dos 20 anos da Cia. dos Atores. Em 2009, dirigiu “Rebú”, texto de Jô Bilac, indicado ao APCA 2010, segunda produção do Teatro Independente. Em 2011, participou de uma turnê nacional com os dois espetáculos, através do projeto Palco Giratório, tendo percorrido 22 estados. Dirigiu também "Não sobre rouxinóis" de Tennessee Williams, montagem inédita no Brasil, com João Fonseca. Em 2012, estreou "Cucaracha", texto de Jô Bilac, terceiro trabalho do Teatro Independente. Atualmente estão em cartaz dois espetáculos que dirigiu: “Talvez uma história de amor”, baseado no romance de Matin Page e “Fando e Lis”, de Fernando Arrabal. INEZ VIANA – Atriz e diretora carioca, desde 2007 ministra o curso profissionalizante de interpretação da CAL (Casa das Artes de Laranjeiras). É também professora de teatro no Galpão Gamboa. Em 2009 idealizou a Cia OmondÉ, onde elabora uma pesquisa sobre a simultaneidade dos tempos e da precisão dos corpos no espaço. Como atriz em teatro, trabalhou com Aderbal Freire-Filho, Enrique Diaz, Luiz Antonio Martinez Correa e Sergio Britto, entre outros. Destacou-se no monólogo 'A Mulher que escreveu a Bíblia' de Moacyr Scliar, adaptação de Thereza Falcão e direção de Guilherme Piva, recebendo uma indicação ao Prêmio Shell e APTR e vencedora do Prêmio Qualidade Brasil 2007. Como diretora, foi indicada duas vezes ao Prêmio Shell pelos espetáculos 'As Conchambranças de Quaderna' de Ar**no Suassuna e 'Amor Confesso' de Arthur Azevedo. Recebeu o Prêmio FITA de melhor direção 2012 por 'Os Mamutes' de Jô Bilac, e o Prêmio Contigo de Melhor Espetáculo 2010 por 'As Conchambranças de Quaderna', de Ar**no Suassuna. RITA CLEMENTE – Indicada ao Prêmio Shell SP e Qualidade Brasil SP, em 2008, pela direção de “Amores Surdos” (Grupo Espanca!), Rita desenvolve também um trabalho autoral baseado no diálogo entre teatro e música, como em sua abordagem do texto "Dias Felizes" de Samuel Beckett (Prêmio Usiminas Simparc de Melhor Figruino, assinado por ela, e indicado em cinco categorias ao Prêmio Questão de Crítica). Nos últimos anos, assinou a direção de espetáculos de importantes grupos mineiros e outras entidades, como o espetáculo "Nesta Data Querida” (Cia. Luna Lunera);“Rubros” (de Adélia Nicolete); “O Rinoceronte”, no Cefar/2007/ Palácio das Artes; “Amores Surdos” (Grupo Espanca!), e “Dias de Verão” (O Clube). Em 2012, coordenou a Edição Comemorativa de 15 Anos do Oficinão Galpão Cine Horto, no Espaço Cultural do Grupo Galpão, assinando a direção do espetáculo “Delírio e Vertigem”, com textos curtos de Jô Bilac e direção de arte de Luciana Buarque. Na televisão, estreou no seriado“A Cura”, em 2010, com direção de Ricardo Waddington e fez parte do elenco da novela “A Vida da Gente” (2011-2012), com direção de Jayme Monjardim, ambas da TV Globo. SOBRE O Oi FUTURO
O Oi Futuro é o instituto de responsabilidade social da Oi, que emprega novas tecnologias de comunicação e informação no desenvolvimento de projetos de educação, cultura, esporte, meio ambiente e desenvolvimento social. Desde 2001, suas ações visam democratizar o acesso ao conhecimento e reduzir distâncias geográficas e sociais, com especial atenção à população jovem. Na educação, os programas NAVE e Oi Kabum! usam as tecnologias da informação e da comunicação, capacitando jovens para profissões na área digital, fornecendo conteúdo pedagógico para a formação de educadores da rede pública, e fomentando o desenvolvimento de modelos inovadores. Já na área cultural, o Oi Futuro mantém dois espaços culturais no Rio de Janeiro (RJ) e um em Belo Horizonte (MG), com programação nacional e internacional de qualidade reconhecida e apreços acessíveis, além do Museu das Telecomunicações nas duas cidades. O esporte é apoiado através de projetos aprovados pelas Leis de Incentivo ao Esporte, tendo sido a Oi a primeira companhia de telecomunicações a apostar nos projetos socioeducativos inseridos na Lei Federal. O programa Oi Novos Brasis completa seu escopo de atuação, reafirmando o compromisso do Instituto no campo da sustentabilidade, com o apoio e o desenvolvimento de parcerias com organizações sem fins lucrativos para a viabilização de ideias inovadoras que utilizem a tecnologia da informação e comunicação para acelerar o desenvolvimento humano. FICHA TÉCNICA
Texto - Jô Bilac
AMANDA / Atuação - Rita Clemente
Direção - Inez Viana
LUIZ GUILHERME / Atuação - Viniciús Arneiro
Direção - Rita Clemente
VALQUÍRIA / Atuação - Inez Viana
Direção - Viniciús Arneiro
Direção Geral: Rita Clemente, Inez Viana e Viniciús Arneiro
Codiretor: Diogo Liberano
Cenografia e Identidade Visual: Estúdio Radiográfico
Trilha Sonora: Tato Taborda
Iluminação: Tomás Ribas
Figurinos: Júlia Marini
Assessoria de Imprensa: Bianca Senna - Astrolábio Comunicação
Fotografia: Ana Alexandrino
Direção de Produção: Liliana Mont Serrat e Damiana Guimarães
Produção Executiva: Paula Valente
Assistente de Produção: Felipe Marcondes
SERVIÇO
“FLUXORAMA”
De 31 de Outubro a 15 de Dezembro
Horários: Quinta a Domingo, às 20h
Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia)*
Vendas: na bilheteria e no www.ingressorapido.com.br
Local: Oi Futuro
Endereço: Rua Dois de Dezembro, 63 – Flamengo. Classificação etária: 14 anos
Capacidade: 63 lugares
Duração: 70 minutos
Gênero: Drama
*A meia-entrada é vendida somente com a apresentação da carteirinha e/ou documentos de identificação no ato da compra. Funcionamento da Bilheteria
De Terça à Sexta, das 14h às 20h. Sábados, Domingos e Feriados, das 14h às 20h. Informações: (21) 3131.3060
Ingresso.com
Televendas: 4003-2330