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Desde 2022 - Melhor Notícia em Português Mochiladas é jornalista e articulista, já escreveu para vários órgãos angolanos e estrangeiros, é assessor, locutor de rádio e de spot publicitários, e é membro do MISA Angola.

14/06/2026

A proposta de Adalberto Costa Júnior de tornar o ensino universitário gratuito em Angola é, sem dúvida, uma ideia que agrada a muitos cidadãos. Afinal, quem não gostaria de ver os seus filhos frequentarem a universidade sem pagar propinas?

No entanto, governar um país exige mais do que apresentar propostas populares. Exige explicar como elas serão financiadas e implementadas.
O principal problema da educação em Angola não está apenas no acesso à universidade.

Está, sobretudo, na qualidade do ensino em todos os níveis. Muitas escolas continuam sem condições adequadas, faltam professores, bibliotecas, laboratórios e materiais de apoio.

Como resultado, muitos estudantes chegam ao ensino superior com sérias dificuldades de formação. Por isso, surge uma questão inevitável: será que a prioridade deve ser a gratuitidade da universidade ou a melhoria do ensino de base?

O próprio Adalberto Costa Júnior reconhece que existem problemas no ensino primário e secundário. Se assim é, parece mais lógico começar por fortalecer a base do sistema educativo antes de concentrar esforços no seu último nível.

Outra questão que merece resposta é a financeira. O ensino universitário gratuito tem custos elevados. Quem irá suportá-los? Quanto custará ao Estado? Que recursos serão utilizados para garantir não apenas o acesso, mas também a qualidade do ensino?

Sem respostas claras a estas perguntas, a proposta corre o risco de ser vista como uma promessa atractiva, mas pouco sustentada do ponto de vista técnico e financeiro.

Citar países como a Alemanha pode servir de inspiração, mas é importante lembrar que esses países construíram os seus sistemas educativos ao longo de décadas, apoiados por economias fortes, instituições sólidas e elevados níveis de investimento público.

A educação é um dos maiores desafios nacionais e merece um debate sério. Mais do que promessas, os angolanos precisam de soluções concretas, realistas e sustentáveis.

O ensino universitário gratuito pode ser um objectivo legítimo. Contudo, antes de discutir a gratuitidade da universidade, talvez seja mais urgente garantir que todas as crianças tenham acesso a uma educação básica de qualidade.

Afinal, nenhum sistema educativo se fortalece começando pelo topo. Fortalece-se construindo bases sólidas.

Por: Leonardo Ngola (Analista Político & Social)

13/06/2026

Meses após um dos maiores escândalos se***is do país, que envolveu o humorista Cesalty Paulo, o psicólogo Leandro Missando esclareceu, hoje, 13, em Luanda, que o actor não pode ser considerado um pedófilo, por se tratar de um caso isolado.

Numa altura em que prepara o lançamento da obra "Diálogos Entre a Mente e a Palavra", da qual é co-autor de Adelino Mavinga, em entrevista ao portal Mochiladas, o especialista e docente universitário explicou que o membro do grupo Tuneza ainda precisa de acompanhamento psicológico e distinguiu pedofilia de Efebofilia ou Hebefilia.

"Só pode ser considerado pedófilo quem sente prazer apenas ou maioritariamente por crianças. Por exemplo, o caso do Cesalty é diferente, porque não tem histórico e até tem mulher. Quem comete abuso a uma menor de idade, se não for recorrente com outras, não é pedofilia, que vem do grego e signif**a amor por crianças", realçou o psicólogo.

Sublinhando que são práticas reprováveis, Leandro Missando reforçou que aquele que, pela primeira vez, comete o crime de abuso a uma menor, é diagnosticado como Efebófilo ou Hebéfilo, diferente do pedófilo que busca pela consumação do prazer sexual exclusivamente em crianças menores.

Jornalista: Kizua Massoxe

10/06/2026

A antiga Miss Angola, Lesliana Pereira, consta do elenco da nova novela da Tv Globo, “A Nobreza do Amor”, e o público brasileiro aguarda com expectativa altas a estreia da actriz angolana, que possa vir a ter um caso com Lázaro Ramos em cena.

Após a conceituada emissora televisiva do Brasil ter anunciado que a artista, de 38 anos, que notabilizou-se em personagens como 'Monifa', 'Rainha Ginga' e muitos outros, vai fazer parte das gravações das próximas semanas da trama das 6, alguns internautas reagiram com 'adoro', como apurou o portal Mochiladas mas redes sociais.

"Alguém avise o Lázaro Ramos que ele tem mulher. Será que ele se esqueceu, gente?", escreveu uma telespectadora, em reacção a um panfleto da novela em epígrafe, em que Lesliana Pereira aparece próxima do marido da actriz Taís Araújo.

Escrita por Duca Rachid, Júlio Fischer e Elízio Lopes, a telenovela "A Nobreza do Amor" é produzida e emitida pela Tv Globo desde Março deste ano e conta com um elenco de renomados actores brasileiros, onde a actriz angolana vai interpretar "Brita", uma mulher misteriosa que atravessa a vida de Jendal (Lázaro Ramos).

Jornalista: Gisele Magalhães

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