PREI

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15/07/2022

Das solicitações recebidas, nove candidatos receberam um financiamento no valor de 29 milhões de kwanzas.



Deste montante, 12,5 milhões de kwanzas será aplicado no sector de processamento alimentar, 8,5 milhões no sector de produtos e serviços da cadeia do Agronegócio, 7,5 milhões no ramo da logística e distribuição de produtos agroalimentares e de pesca e 500 mil na área de produção cultural e artística.



No âmbito do Programa de Alívio Económico, desde a operacionalização da linha de financiamento de micro-crédito, foram já registados 1.924 pedidos no valor aproximado de 4,5 mil milhões de kwanzas.



O stock desta linha de financiamento situa-se em 1,5 mil milhões de kwanzas e já permitiu a formalização de 678 micro e pequenas empresas.



Até ao final de 2022, a meta prevista no Plano de Desenvolvimento Nacional é atingir dois mil micro-empreendedores.



Para este ano, o objectivo é a formalização de 750 micro-empreendedores, incluindo os 428 integrados nesse processo.



Quanto às actividades relacionadas com o PRODESI, foram entregues aos promotores, na última semana, 10 certidões de não devedores pelo Instituto Nacional de Segurança Social, no âmbito do serviço de melhoria do ambiente de negócios.



Em relação ao serviço de apoio no acesso ao crédito, continuam na banca 130 projectos por aprovar. No geral, desde 2019, os instrumentos e produtos financeiros ao dispor do PRODESI viabilizaram a aprovação de 745 projectos, com a perspectiva de gerar 46 mil postos de trabalho. Os projectos aprovados ascendem a um valor aproximado de 492,5 mil milhões de kwanzas.



No que toca à distribuição sectorial dos projectos aprovados, a agricultura destaca-se com 347, comércio e distribuição 215, indústria transformadora 104, pecuária 30, aquicultura 24, pesca marítima 20 e pesca continental cinco.



Na distribuição dos projectos aprovados por província, Luanda lidera com 157, Huambo 58, Benguela 56, Huíla 46, Cuanza Sul 43, Bengo 39, Bié 38, Uíge 36

15/07/2022

Cinco mil pessoas podem sair do comércio informal

15/07/2022

PREI
Mais de 22,5 milhões de kwanzas disponibilizados para micro crédito
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15/07/2022

 

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PREI atinge Cabinda

ECONOMIA

PREI atinge Cabinda

Pedro Suculate|Cabinda

Jornalista

O ministro da Economia e Planeamento, Mário Augusto Caetano João, anunciou, esta terça-feira, em Cabinda, que o Programa de Reconversão da Economia Informal (PREI) já disponibilizou, na segunda fase, um total de 1,1 mil milhões de kwanzas em micro-créditos, em todo o país, de um pacote global de dois mil milhões.

15/06/2022 ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO 11H00







© Fotografia por: DR

Mário Augusto Caetano João, que falava à imprensa durante o lançamento do PREI em Cabinda, disse que o valor remanescente, estimado em 900 milhões de kwanzas, será disponibilizado pelo PREI às Sociedades de Micro-Crédito, de forma gradual, isto é, conforme estas instituições financeiras forem concluindo os processos em sua posse, a favor dos beneficiários.

"Acreditamos que todo esse processo poderá conhecer o seu termo até Agosto próximo, altura em que a totalidade dos recursos disponíveis será investido”, disse. O ministro notou que o Programa de Reconversão da Economia Informal prevê formalizar, em todo o país, um total de 200 mil vendedores informais. Neste momento, já foram formalizados 198 mil cidadãos.

Para Cabinda, nesta segunda fase, segundo informou o ministro, o PREI vai disponibilizar cerca de 110 milhões de kwanzas, dos quais 80 milhões para financiar os pequenos empreendedores e 30 milhões de kwanzas para as mulheres que vendem em mercados.

O ministro anunciou que o PREI passa a contar com a parceria do Fundo de Apoio ao Desenvolvimento Agrário (FADA), que dispõe de 1,5 milhões de kwanzas para financiar jovens, com destaque para a compra de motorizadas de três rodas para o transporte de produtos do campo para as zonas de comercialização.

15/07/2022

 

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PREI revela balanço de 200 mil registados

ECONOMIA

PREI revela balanço de 200 mil registados

Ana Paulo

Jornalista

Duzentos mil operadores do mercado informal foram registados em sete meses, com 150 mil a passarem para a formalidade, graças ao Programa de Reconversão da Economia Informal (PREI), que conta com uma componente complementar de microcrédito que está a atrair o público alvo.

13/05/2022 ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO 10H10







© Fotografia por: DR

Isso foi dito, quinta-feira(12), em Luanda, pelo ministro da Economia e Planeamento, Mário Caetano João, numa reunião com a Delegação da União Europeia em Angola em que realçou que a meta prevista de registo, até Junho do corrente ano, é formalizar 200 mil, limite já alcançado pelas brigadas em operação.

"As brigadas afectas ao processo registam, por dia, dois mil operadores económicos”, frisou o ministro, reconhecendo que o resultado está aquém das estatísticas, que apontam para oito milhões de pessoas a trabalharem no sector informal.

O processo foi lançado em 14 províncias, com Benguela, Cuanza-Sul, Cuando Cubango e Cabinda a ser envolvidas até finais deste mês de Maio, pelo que o ministro propôs que a meta de registo de 200 para 500 mil por ano, tendo em conta ao número global de agentes a registar.

O microcrédito associado ao PREI beneficiou, até ao presente, 2.700 operadores informais, num valor global de 700 milhões de kwanzas. Na primeira fase do programa, a componente de microcrédito está avaliada em dois mil milhões de kwanzas, segundo o titular da pasta da Economia, que sublinhou estarem disponíveis 1,3 mil milhões de kwanzas.

Segunda fase

A União Europeia pretende financiar a segunda fase do Programa de Reconversão da Economia Informal, em cerca de 55 milhões de euros, um montante mais substancial do que o da primeira fase, que foi de 20 milhões de euros.

Em declarações à imprensa, à margem da reunião de trabalho com a Comissão Multissectorial do PREI

15/07/2022

PREI revela balanço de 200 mil registados

Ana Paulo
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