TOMAS DANIEl
20/03/2024
JUNTOS SOMOS, JUNTOS FAZEMOS ANGOLA 🇦🇴
O “MBUTA” ESTEVES HILÁRIO TEM RAZÃO
A reivindicação do aumento do salário mínimo nacional deve ser vista numa lupa que amplia os dois ângulos. Perante a dicotomia (centrais sindicais vs Executivo), é preciso olhar mais além, no futuro. O Estado é um ente do bem e protector da família. O emprego é a principal actividade de sustentabilidade das famílias. Entretanto, o Estado salvaguardando o emprego, estará, contudo, a proteger a família. Definir um salário mínimo nacional “excessivo” e muito além das capacidades do tesouro nacional e das empresas não é a melhor opção. Os salários mínimos chorudos têm efeitos nocivos ao emprego.
Talvez, a métrica não seria o “excessivo” aumento do salário mínimo nacional. Dentro da malha negocial, dever-se-ia discutir mais à redução do custo de vida. A intenção das centrais sindicais é oportuna, pois visa proteger os trabalhadores dos baixos salários. Mas, olhando o valor proposto, isso pode ter um efeito bumerangue: mais desempregos, mais pobreza e desigualdades, porque as empresas não suportariam por muito tempo a obrigação de pagar salários altos, seriam obrigadas a encerrar às portas, colocando os trabalhadores no olho da rua.
Vamos refletir
04/09/2022
Orar e Trabalhar.
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