saberinphoco
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13/10/2020
Parabéns à todos os profissionais de fisioterapia!! Obrigada pela persistência, dedicação, cuidado e carinho em cada leve e lento movimento de evolução de seus pacientes.
08/10/2020
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É comum ouvirmos as pessoas falarem que se sentem bem exercitando ao som de uma música.
E continuam dizendo: percebo que me sinto melhor e consigo realizar a atividade por mais tempo.
Você já notou isso? Quando chega àquela música predileta então..a velocidade até aumenta!
Jebali e colaboradores também deviam estar com essa pulga atrás da orelha. Então, realizaram um estudo que foi publicado agora em 2020.
De acordo com os autores, o uso da música durante a atividade física pode atuar como um recurso ergogênico, melhorando a intensidade do exercício, como a velocidade de corrida. Esses efeitos positivos da música ocorrem particularmente durante exercícios de predominância aeróbia.
A utilização adequada da música pode levar a uma série de benefícios que incluem menor percepção de esforço (PSE), maior eficiência energética e performances mais rápidas de contra-relógio.
O objetivo do estudo foi examinar os efeitos da música preferida no desempenho e na estimulação durante um teste de corrida de 6 min.
Participaram do estudo 20 adultos saudáveis do s**o masculino.
Foram feitas duas tentativas aleatórias (com ou sem música) de um teste de 6 minutos, percorrendo a maior distância possível com ritmo auto selecionado
Os te**es foram feitos com três dias de intervalo.
Os resultados foram de melhora significativa da distância total percorrida, aumentando a velocidade e reduzindo a concentração de lactato.
Referência:
Jebabli, N., Granacher, U., Selmi, M. A., Al-Haddabi, B., Behm, D. G., Chaouachi, A., & Sassi, R. H. (2020). Listening to Preferred Music Improved Running Performance without Changing the Pacing Pattern during a 6 Minute Run Test with Young Male Adults. Sports (Basel, Switzerland), 8(5), 61.
19/09/2020
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Como estão? vamos relembrar essas funções tão essenciais do nosso esqueleto? ✨
16/09/2020
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Compreenda cada item e reflita:
1. Atenção! Metabolismo basal é o de 24h em repouso. No caso apresentado, não significa metabolismo basal. A pessoa não faz exercicio regular, mas isso não quer dizer basal. É o gasto basal + todas as ações da vida diária. É o gasto energético diário, claro, sem acrescentar a academia, porque ela não faz.
2. Lembra dessa minha frase: 'A maior parte da gordura armazenada foi produzida e não consumida pelo indivíduo.’
3. Grande parte do carboidrato foi convertido em gordura, a isso chamamos de liponeogenese (transformação de qualquer outro nutriente energético em gordura).
4. Como a pessoa não realizou exercícios, não houve aproveitamento dos aminoácidos das proteínas para síntese proteica, levando essa "sobra" de aminos, de maneira direta ou indireta, à liponeogenese, já que aminoácidos também são nutrientes calóricos.
5. Tudo isso quer dizer que pelo menos 900 kcal de lipídios foram fabricadas (passaram por liponeogenese) e apenas 500 foram consumidas, levando a pessoa ter tanta gordura, quanto gastava.
Se você entendeu essas explicações, já é capaz de compreender um dos motivos principais que fazem HIIT, musculação, funcional e circuitos, emagrecerem.
Esses treinos, não usam diretamente lipídios em suas ações, mas sim glicogênio para energia.
Além disso, os treinos contra resistência aproveitam depois do treino, os aminoácidos para anabolismo.
Isso quer dizer que os nutrientes que poderiam ser usados para liponeogenese, serão utilizados para fins energéticos ou de construção da massa muscular, reduzindo a fabricação de gordura. Como gastamos uma grande quantidade de lipídios no repouso, isso vai fazer a pessoa emagrecer.
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